18 de junho de 2015

Ahhh.... As Pérolas, Nossa Inspiração e Nossa Marca. Por que ?

Me pergunto: a história da pérola nascida da dor da ostra não seria uma enorme metáfora da vida? Aí estamos nós, com os nossos grãos de areia e nossas dores. Não deveríamos a aprender a transformá-los em pérolas?
Cada pérola é única em forma, cor, marcas superficiais, tamanho ou em brilho, o que a torna naturalmente bela, rara e misteriosa. Seu encanto é tão carregado de significado e abstrações, que nos perdemos quando precisamos encontrar palavras para descrevê-las.

Brilhantes e hipnóticas, as pérolas surgem da mais improvável das origens: um mecanismo de defesa de moluscos bivalves. No interior desses animais, a natureza trabalha de maneira harmoniosa e transforma irritação em beleza.

As ostras são moluscos bivalves, já que possuem duas conchas. As conchas são formadas por uma substância orgânica e brilhante chamada nácar (carbonato de cálcio), também conhecida como madrepérola. Quando corpos estranhos, como grãos de areia ou parasitas, com potencial ameaça de irritação e dor, invadem o animal, um mecanismo de defesa é acionado. O molusco sela o corpo invasor, cobrindo-o com nácar. À medida que o tempo passa, o molusco deposita camadas nácar ao redor do corpo invasor e uma nova pérola começa a tomar forma. Esse processo é lento e anos, às vezes décadas, passarão até que uma pérola seja formada.

A pérola se forma dentro do molusco, como o amor se forma no coração. É considerada a mais sensível das pedras, pois é gerada a partir de um ser vivo. 

Se existem atritos em nossa vida hoje, a receita é unicamente esta: FAÇA PÉROLAS! E esteja pronto para a vida. Esse é o princípio de uma cultura de paz e de não violência ativa.


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